Posts tagged: Linux

LMMS – Linux MultiMedia Studio

By DemetrioLnx, 11 de junho de 2010

Boa pessoal, passando para postar sobre um programa muito interressante que encontrei nos últimos dias, estou falando do LMMS ou Linux MultiMedia Studio. Agora você deve estar se perguntando que programa é esse, não é mesmo? Bem, o LMMS, trata-se de uma aplicação livre semelhante ao Fruity Loops, software proprietário para Windows. Para quem não conhece o LMMS vou falar algumas caraterísticas dele.

O LMMS é um programa seqüenciador (tracker) sampler e sintetizador, sendo perfeito para música eletrônica, em outras palavras ele serve para você criar suas músicas, batidas e efeitos. No meu caso eu usei para fazer uma sequência na bateria, mais a sua imaginação é o limite.

O LMMS já vem com uma grande variedade de bibliotecas de sons, batidas e efeitos, você pode fazer de simples batidas a músicas completas e complexas.

Vamos lá para a parte da instalação, que é muito simples:

1 Abra o terminal

Como o LMMS está nos repositórios oficiais do Ubuntu basta apenas digitar o seguinte comando no terminal:

2 sudo apt-get install lmms

Pronto agora é só aguardar o "pacote" ser baixado e a instalação ser concluída.

Você poderá acessar o LMMS através do menu: APLICAÇÕES >> SOM E VÍDEO >> Linux MultiMedia Studio.

Para maiores detalhes e informações sobre como utilizar o LMMS acesse.

Dúvidas ou sugestões é só comentar.

Valeu pessoal, espero ter contribuído até a proxima.

Utilizando o Samba para imprimir em PDF

By Greyson, 7 de junho de 2010

Bem pessoal,

Tentarei mostrar de uma maneira bem fácil me baseando em várias leituras de tutoriais, livros e dicas na internet como configurar o Samba para gerar arquivos PDF. Trata-se de uma impressora virtual no Samba, em que dessa forma todo e qualquer trabalho de impressão que for enviado para a impressora PDF será gerado um arquivo na pasta home do usuário.

Iniciando o processo:

Para utilizarmos nossa configuração, inicialmente é necessário ter instalado no Linux o pacote GhostScript, pois este será utilizado para a conversão dos arquivos PDF. Para isso é necessário utilizar os gerenciadores de pacotes disponíveis na distribuição que foi adotada ou checar se os mesmos já estão instalados.Para quem não sabe para checar caso utilize uma distro baseada em Debian ou o próprio Debian (que é o meu caso claro) o comando é dpkg –get-selections > lista_de_pacotes.txt e será gerado em seu diretório home ou outro que você tenha direito de escrita uma lista de todos os pacotes instalados no sistema.

Após ter instalado ou verificado se o pacote GhostScript já está presente no seu Linux, vamos então iniciar o trabalho com Samba. Criei um arquivo de configuração exemplo para tomarmos como base:

[global]

workgroup = Empresa

netbios name = Servidor

server string = Linux

printcap name = /etc/printcap

load printers = yes

printing = cups

log file = /var/log/samba/log.%m

log level = 1

max log size = 100

debug level = 2

security = user

domain master = no

socket options = TCP_NODELAY SO_RCVBUF=8192 SO_SNDBUF=8192

read raw = yes

write raw = yes

max xmit = 65535

getwd cache = yes

[homes]

comment = Pasta home

public = no

path = /home/%u

browseable = yes

writable = yes

create mask = 0600

directory mask = 0700

[impressora-pdf]

comment = gerador de pdf

path = /var/tmp

guest ok = no

printable = yes

printing = bsd

printcap name = cups

use client driver = yes

print command = /etc/samba/pdf_printer \

"%s" "%H" "//L/%u" "%m" "%I" "%J" &

lpq command = /bin/true

Esta é uma configuração básica para a geração de arquivo PDF, que possui um compartilhamento [home] no qual serão gerados os arquivos PDF propriamente dita, onde o caminho print command irá gerar o novo documento PDF na pasta home do usuário. Como estamos trabalhando com variáveis, o mais interessante é que esta impressora estará diponível para toda a rede e os arquivos PDF serão gerados na pasta home de qualquer usuário que solicitar a impressão.

O script de impressão:

Para que o mecanismo de impressão funcione corretamente será necessário criar o script de impressão /etc/samba/pdf_printer. Para isso:

# nano /etc/samba/pdf_printer

Insira o código que pode ser obtido aqui

O script samba-print-pdf (pdf_printer) é bastante complexo, porém funcional. Tive a oportunidade de testá-lo no Ubuntu e no OpenSuse.

Importante: É necessário dar permissão de execução para o script. Isso será feito com o comando:

# chmod +x /etc/samba/pdf_printer

Instalando no Windows:

Nos clientes Windows, basta instalar a impressora normalmente com o driver da impressora Color Laser 5/5M PS, sendo esta nativa no Windows e como uma impressora de rede o caminho \\seu-servidor-samba\pdf-printer. Um detalhe importante é que o driver para instalação dessa impressora deverá ser o da impressora citada acima, pois até o momento foi o único que testei e tive sucesso.

Observação: Se o "Serviço Mensageiro" do Windows estiver habilitado, toda vez que for imprimir na impressora PDF será gerada uma mensagem informando ao usuário o caminho e nome do arquivo gerado.

É isso pessoal espero realmente ter ajudado mais uma vez. Até a próxima.

Ubuntu 10.04 Remasterizado Linux no PC

By Greyson, 5 de junho de 2010

Lançada a versão customizada do Ubuntu 10.04, isto é, uma versão personalizada com a intenção de atender aos usuários iniciantes.  Esta versão roda diretamente do DVD e também permite a instalação no HD (disco) do computador. No momento apenas versão 32 bits.
Esta versão vem com várias novidades em relação a versão original :

  • Todos os repositórios de pacotes (programas, bibliotecas, documentação, …) já configurados
    • Repositórios extra :
      • Repositório Medibuntu
        • Codecs multimídia e alguns programas extra
      • Repositório Google
        • Programas como o Picasa, Google Earth, etc.
      • Repositório  Ubuntu Tweak
        • Ubuntu Tweak
  • Codecs multimídia instalados
    • Suporte a filmes em DVD, mp3, mpeg, wmv, etc.
  • Fontes de caracteres compatíveis com as do Windows®
  • Suporte a Java com plugin para o Firefox já instalado
  • Vários programas extra instalados
    • aMULE, Skype, extrator de CDs de áudio e de DVDs de vídeo, cliente Twitter, etc
  • Vários plugins para o Firefox já instalados
    • Suporte a flash (youtube, …), suporte a vídeos em vários formatos (trailers de filmes, …), java (home banking, …) e adblock (proteção contra propagandas que contém código malicioso)
  • Wine
    • Permite a instalação e execução de programas aplicativos feitos para o Windows®
  • OpenOffice 3
    • Com o corretor ortográfico VERO do BROffice (com suporte ao novo acordo  ortográfico, a partir de 1º de janeiro de 2009 mudanças na escrita irão se incorporar à norma culta da língua portuguesa)
    • Com o corretor gramatical CoGrOO (detecta erros nas relações entre as palavras)
  • Compiz já instalado (tutorial compiz)
  • Instalador de jogos DJL
  • Vários manuais e documentos de dicas gravados na pasta "Manuais", esta pasta estará disponível nas pastas pessoais de todos os usuários criados
  • Um tema visual elegante e moderno.

Esperamos que esta versão ajude na adaptação dos usuários iniciantes, e também dos usuários do sistema operacional Windows® que estão migrando para o Ubuntu Linux.

Disponibilizaremos apenas a versão de 32 bits para download  :

32 bits

Entendendo os comandos find e locate

By Greyson, 1 de junho de 2010

Olá pessoal,

Pra quem gosta de linhas de comando, sabe que os comandos find e locate são muito poderosos, inclusive no uso de shell script. Ambos tem a mesma função; porém o comando find executa a busca direto no local que você especificou, enquanto o comando locate executa a busca a partir de uma base.

A sintaxe do comando find é:

find caminho opções termo_a_ser_procurado

Exemplo:

# find / -name passwd
/etc/passwd
/etc/pam.d/passwd
/usr/bin/passwd
/usr/share/lintian/overrides/passwd
/usr/share/linda/overrides/passwd
/usr/share/doc/passwd

Traduzindo: Procure no diretório raiz (/) pelo termo "passwd".

Fácil não?

Agora, falando sobre o comando locate, ele faz a busca dentro de uma base que é construída com um outro comando, o updateb.

Assim a busca sendo um pouco mais rápida, pois o locate vai usar a base que o updatedb construiu! Só um detalhe muito importante:

imagine que você tenha atualizado a base do comando locate e em seguida crie um novo arquivo. Se você não executar o updatedb novamente, o arquivo que acabou de ser criado não será localizado pelo locate!

Então, antes de vermos um exemplo do locate, vamos construir a base que ele irá utilizar:

# updatedb

Esse comando pode demorar um pouquinho para ser terminar e deve ser rodado como root (superuser). Enquanto o updatedb estiver rodando, o terminal fica indisponível…

quando você receber o prompt de volta, significa que o comando terminou e aí pode passar para o próximo passo, que é executar uma busca com o locate.

Exemplo:

# locate passwd
/etc/pam.d/passwd
/etc/passwd
/etc/passwd-
/lib/security/pam_unix_passwd.so
/usr/bin/gpasswd

Veja neste ótimo vídeo pela geek Nixie Pixel outras opções interessantes inclusive pra quem está iniciando os estudos do shell script

Link: http://www.youtube.com/watch?v=x_R_JSiupzo


Usando DNS do google no Linux

By Greyson, 13 de março de 2010

Foi lançado a algumas semanas um servidor de DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios) do google para o publico geral, a grosso modo um servidor de DNS faz a “transformação” do endereço de um site para o IP do servidor onde o site está localizado, facilitando assim a sua vida, ao invés de ter que decorar um IP de site, você decora a URL dele que e convertida para o IP dele por sua vez (que vida fácil heim :P ). Para adiciona o DNS.

$sudo su (após isso digite sua senha)
#echo “nameserver 8.8.8.8” > /etc/resolv.conf
#echo “nameserver 8.8.4.4" >> /etc/resolv.conf

As modificações passam a valer imediatamente. Para fazer as mudanças serem permanentes:

#chattr +i /etc/resolv.conf

Com esse comando irá “travar” o arquivo resolv.conf impedindo a mudança no endereço de DNS, caso quera “destravar” o arquivo use:

#chattr -i /etc/resolv.conf

Aqui podem encontra um benchmark do googleDNS vs openDNS, mas lembrando a velocidade dos DNS varia de acordo com sua velocidade o openDNS pode ser mais rápido que o google DNS e vice-versa dependendo da sua conexão.

OfficeFolders theme by Themocracy