Archive for setembro, 2009

FLUXBOX – Gerenciador de Janelas

O Fluxbox é um gerenciador de janelas levíssimo, elegante, simples e pode ser personalizado diretamente por edição dos arquivos de configuração. Ele é meio que “primo” do Blackbox, pois teve grande parte de seu código derivado dele.
Alguns motivos que me convenceram a utilizar o Fluxbox: ótimo desempenho em máquinas com poucos recursos, simplicidade, beleza e funcionalidade.
Vamos instalar o fluxbox através do gerenciador de pacotes, no meu caso, o apt:

# apt-get install fluxbox

Feito isso, basta abrir uma sessão do fluxbox através do seu gerenciador de login (gdm, kdm, xdm, ou outro…) ou iniciar através do terminal com o comando:

$ startfluxbox

Sendo que para iniciar pelo startx, basta fazer assim:

$ echo “exec startfluxbox” > ~/.xinitrc

E depois de iniciado, tenho certeza que você que é acostumado com o Gnome ou KDE vai estranhar esse gerenciador minimalista em execução. Mesmo assim, vamos às configurações, e por partes.

Ao iniciar o fluxbox criará no seu home o diretório ~/.fluxbox que contém os arquivos de configuração.
Vamos ao que interessa (e que às vezes estressa) que é configurar:

MENU

Copie o arquivo gerado automaticamente sobre o seu arquivo:

$ cp /etc/X11/fluxbox/fluxbox-menu ~/.fluxbox/menu

Agora você pode me perguntar o porquê, mas a resposta é simples, o conteúdo do arquivo padrão é:

[begin] (fluxbox)
[include] (/etc/X11/fluxbox/fluxbox-menu)
[end]

Ou seja, o menu que é chamado ao clicar com o botão direito na área de trabalho nada mais é que uma inclusão do arquivo gerado automaticamente (e que o usuário não tem permissão de acesso para alteração por padrão), e copiando ele sobre o seu arquivo, você vai ficar livre pra meter a mão na massa e deixar ele do jeito que achar melhor.

E agora é só editar o arquivo à vontade.

$ nano ~/.fluxbox/menu

Vou dar algumas dicas. Eu acho o arquivo “bem intuitivo” (apesar de intimidar quem não é acostumado), bastando seguir as tags geralmente assim:
[submenu] (Meu submenu)
[exec] (Nome do comando) {comando} </caminho/do/icone>
[end]

E o que já faço logo de cara é colocar no menu o que acho essencial: um emulador de terminal (o Eterm fica show!)  e o programa “fbrun” que executa aplicações gráficas sem ter a necessidade de abrir um terminal.
Uma tag que ajuda muito visualmente é a [separator] que deixa uma linha dentro do menu ou submenu.
Teste adicionando essas linhas logo abaixo das linhas comentadas:

[exec] (Terminal) {xterm}
[exec] (Executar…) {fbrun}
[separator]

Feito isso, já temos o xterm (emulador de terminal “feinho”) e o fbrun para nos sentirmos mais “acomodados” com o essencial à um clique de distância.

E já que o flubox é um gerenciador de janelas e não um ambiente gráfico, ele não tem um emulador de terminal padrão. Mas vou ser bem sincero, o Eterm fica perfeito com ele!

# apt-get install eterm

Aí é só alterar a linha que chama o xterm:

[exec] (Terminal) {xterm}

para

[exec] (Terminal) {Eterm -g 75×25+20+20 –scrollbar=off –buttonbar=off –title “Emulador de Terminal” -f green –trans –shade 50}
[exec] (Terminal sem bordas) {Eterm -g 75×25+20+20 –scrollbar=off –buttonbar=off –title “Emulador de Terminal” -f green –trans –shade 50 -x}

Onde a primeira linha executa o Eterm com tamanho 75×25 na posição 20+20, sem barra de rolagem, sem barra de botões, com o título “Emulador de Terminal” com letras na cor verde, transparente e sombreado em 50%. Para mais opções, consulte o manual do Eterm. E a segunda com o parâmetro -x que o força a não usar bordas do gerenciador de janelas.

Se quiser aumentar a fonte do Eterm, por exemplo:

“Ctrl+Clique direito > Font > Font 4″

E logo após:

“Ctrl+Clique direito > Save user settings”

Certo, já deixamos ele mais “funcional” através do que considero essencial para execução das aplicações: o menu, o terminal e o fbrun.

MELHORANDO A APARÊNCIA

MUDAR ESTILO
Agora vamos mudar a cara do fluxbox, porque por padrão, ele não é muito interessante…
Escolha um novo estilo através do:

“Menu > Styles”

E selecione um estilo diferente. Ah! Ia esquecendo de falar que você pode encontrar muitos estilos personalizados pela internet, principalmente em http://costumize.org/fluxbox. É só baixar e descompactar na ~/.fluxbox/styles (alguns também precisam de arquivos na ~/.fluxbox/background) ou se quiser, faça o seu mesmo!

COLOCAR PAPEL DE PAREDE

Para setar o wallpaper é bem simples, por exemplo:

$ fbsetbg wallpaper_desejado.jpg

Já cansei de ver em fórum por aí em que o camarada configura o papel de parede e quando reinicia a sessão, o papel de parede não está mais onde deveria estar. Vou dar a solução: basta alterar o arquivo ~/.fluxbox/init e procurar pela linha abaixo:

session.screen0.rootCommand:

Alterando para:

session.screen0.rootCommand: fbsetgb -l

Onde “fbsetbg -l” é “ajuste o último papel de parede setado”.
E se quiser uma lista de papéis de parede no seu menu, edite-o adicionando isso:

[submenu] (Wallpapers) {}
[wallpapermenu] (/caminho/para/suas/imagens)
[end]

APLICAÇÕES INICIADAS AUTOMATICAMENTE AO INICIAR SESSÃO

Ah! Lembra do conky que citei em outro artigo? O que acha de deixá-lo iniciando automaticamente com o fluxbox? Basta adicionar o comando no arquivo ~/.fluxbox/startup. Veja parte do arquivo:

# Applications you want to run with fluxbox.
# MAKE SURE THAT APPS THAT KEEP RUNNING HAVE AN ”&” AT THE END.
#
# unclutter -idle 2 &
# wmnd &
# wmsmixer -w &
# idesk &

Adicione logo abaixo das linhas comentadas o comando:

conky &

Não esqueça do “&” para executá-lo em segundo plano.

DICA: TEMA GTK


Você pode adicionar também o xfce-setting-show (para instalar procure pelo pacote xfce4-mcs-manager), o gerenciador de temas gtk do xfce iniciar automaticamente (você já leu como fazer isso) para melhorar a aparência das aplicações em gtk:

xfce-mcs-manager &

E para alterar o tema gtk, digite no Eterm:

$ xfce-setting-show ui

JANELAS SOMBREADAS

Instale o xcompmgr e coloque-o para iniciar automaticamente (insisto em dizer que você já leu como fazer isso só pra garantir :P ):

xcompmgr -c -l 10 &

PROTEÇÃO DE TELA

Já tem o xscreensaver? Eu acho ele bem mais estiloso que o xlock. Portanto, não perca tempo e instale-o e coloque-o para iniciar automaticamente (:P):

xscreensaver -no-splash &

E configure ele através do comando:

$ xscreensaver-demo

TECLAS DE ATALHO

Para mim não existe algo melhor do que tarefas rotineiras sendo executadas por atalhos de teclado ao invés de cliques de mouse. E pra quem sentiu falta desse recurso e já estava reclamando ao pensar que o fluxbox ia te deixar à ver navios, vou explicar da forma mais simples como fazer isso.

Por padrão (Aqui no meu Debian Lenny), o fluxbox deixa o arquivo ~/.fluxbox/keys com o seguinte conteúdo:

OnDesktop Mouse1 :HideMenus
OnDesktop Mouse2 :WorkspaceMenu
OnDesktop Mouse3 :RootMenu
OnDesktop Mouse4 :NextWorkspace
OnDesktop Mouse5 :PrevWorkspace

Mod1 Tab :NextWindow
Mod1 Shift Tab :PrevWindow
Mod1 F1 :Workspace 1
Mod1 F2 :Workspace 2
Mod1 F3 :Workspace 3
Mod1 F4 :Workspace 4
Mod1 F5 :Workspace 5
Mod1 F6 :Workspace 6
Mod1 F7 :Workspace 7
Mod1 F8 :Workspace 8
Mod1 F9 :Workspace 9
Mod1 F10 :Workspace 10
Mod1 F11 :Workspace 11
Mod1 F12 :Workspace 12

Eu não modifico as linhas que tem “OnDesktop” porque são as ações do mouse ao clicar na área de trabalho (Já está bom para o meu gosto, fique à vontade para deixar do seu).
Note que o arquivo é meio que “intuitivo” (tá bom, eu sei…sei que isso intimida quem não é acostumado) e segue geralmente o padrão:

Tecla :Ação

Então vamos lá! Vou explicar o primeiro atalho:

Mod1 Tab :NextWindow

Onde Mod1 é Alt, ou seja, Alt+Tab Próxima Janela.

Como é de costume utilizar geralmente Ctrl + Fx (onde x é o número da área de trabalho virtual) em outros gerenciadores de janelas, veja o exemplo:
OnDesktop Mouse1 :HideMenus
OnDesktop Mouse2 :WorkspaceMenu
OnDesktop Mouse3 :RootMenu
OnDesktop Mouse4 :NextWorkspace
OnDesktop Mouse5 :PrevWorkspace

Mod1 Tab :NextWindow
Mod1 Shift Tab :PrevWindow
Control F1 :Workspace 1
Control F2 :Workspace 2
Control F3 :Workspace 3
Control F4 :Workspace 4
Mod1 F4 :Close

Mod4 r :Exec fbrun
Mod4 Up :ExecCommand aumix -v +5
Mod4 Down :ExecCommand aumix -v -5

Control Mod1 Escape :ExecCommand xkill

Não esqueça do aumix instalado para “aumentar e abaixar o volume” através do atalho: “Super + Cima” e “Super + Baixo”.

Super é geralmente aquela tecla com aquele logotipo maldito. E é referenciada no arquivo por Mod4. Eu utilizo muito ela para atalhos, já que é uma tecla que geralmente não serve pra nada

Ah! E Lembre-se de que quando o xfce-mcs-manager estiver em execução, passa a valer os atalhos definidos do xfce.

Para definir pelo xfce-mcs-manager:

$ xfce-setting-show keyboard

Segue o link do antes e depois:

Espero que gostem do fluxbox!

Conky – Monitor de sistema levíssimo

Às vezes se torna cansativo abrir o terminal para que saibamos o que está acontecendo no nosso sistema, como por exemplo, carga sobre o processador, quantidade de processos ativos, quantidade de memória utilizada por algum processo, capacidade disponível do sistema de arquivos, e muito mais…
Nestas horas se torna viável um “monitor de sistema” para evitarmos os desgastes de nossos dedinhos, além de embelezar o nosso ambiente de trabalho com informações preciosas a todo momento bem debaixo do nosso nariz.
Geralmente, quando procuramos um monitor de sistema cheio de recursos sempre nos deparamos com os mesmos: GDesklets (Gnome), SuperKaramba (KDE 3) ou o Plasma (KDE 4), além de alguns outros. Não vou desmerecê-los, pois são muito bonitos e têm recursos interessantes, mas às vezes se tornam um problema executá-los em um micro com poucos recursos de hardware. E foi por esse motivo que me convenci a utilizar o Conky, um monitor de sistema levíssimo baseado no torsmo que pode ser personalizado simplesmente através da edição de um único arquivo.
A instalação é bem simples, nas maiores distribuições procure no gerenciador de pacotes por “conky”. Após o términio da instalação, execute pelo comando:
$ conky
Aparecerá uma janelinha escura e estranha. Quem já viu um Superkaramba ou Gdesklet vai dizer: “Isso aí que vai embelezar meu ambiente gráfico?”.
Calma! Vamos dar alguns retoques através de configurações. Mas antes de tudo, vamos criar o arquivo de configurações. Abra o terminal e digite:
$ touch ~/.conkyrc
Pronto! O arquivo foi criado, e agora mão na massa!
Abra o arquivo com um editor de texto de sua preferência (no meu caso, o mousepad).
$ mousepad ~/.conkyrc
E deixe assim:
___________________________________
background yes
font Zekton:size=7
xftfont Zekton:size=7
use_xft yes
xftalpha 0.1
update_interval 1.0
total_run_times 0
own_window yes
own_window_type override
own_window_transparent yes
own_window_hints undecorated,below,sticky,skip_taskbar,skip_pager
double_buffer yes
draw_shades yes
draw_outline no
draw_borders no
draw_graph_borders yes
minimum_size 220 5
maximum_width 220
default_color d7d7d7
color1 red
color2 green
default_shade_color black
default_outline_color black
alignment top_right
gap_x 10
gap_y 50
no_buffers yes
cpu_avg_samples 2
override_utf8_locale yes
uppercase no # set to yes if you want all text to be in uppercase
use_spacer no

TEXT
${font Zekton:style=Bold:pixelsize=20}${alignc}${time %H:%M:%S}${font Zekton:size=8}
${font Zekton:style=Bold:pixelsize=10}${alignc}${time %A – %D}${font Zekton:size=8}

${font Zekton:style=Bold:pixelsize=16}${alignc} CONKY ${font Zekton:size=8}

SYSTEM ${hr 1 }

Hostname: $alignr$nodename
Kernel: $alignr$kernel
Uptime: $alignr$uptime
Processes: ${alignr}$processes ($running_processes running)
Load: ${alignr}$loadavg
CPU ${alignc} ${freq}MHz / ${acpitemp}C ${alignr}(${cpu cpu1}%)
$color1${cpubar 4 cpu1}$color
$color2${cpugraph}$color
RAM ${alignr}$mem / $memmax ($memperc%)
$color1${membar 4}$color
SWAP ${alignr}$swap / $swapmax ($swapperc%)
$color1${swapbar 4}$color

Highest CPU $alignr CPU% MEM%
${top name 1}$alignr${top cpu 1}${top mem 1}
${top name 2}$alignr${top cpu 2}${top mem 2}
${top name 3}$alignr${top cpu 3}${top mem 3}

Highest MEM $alignr CPU% MEM%
${top_mem name 1}$alignr${top_mem cpu 1}${top_mem mem 1}
${top_mem name 2}$alignr${top_mem cpu 2}${top_mem mem 2}
${top_mem name 3}$alignr${top_mem cpu 3}${top_mem mem 3}

FILESYSTEM ${hr 1}${color}

Root: $alignr ${fs_used /} / ${fs_size /} ($alignr${fs_free_perc /}%)
$color1${fs_bar 4 /}$color
Home: $alignr ${fs_used /home/} / ${fs_size /home} ($alignr${fs_free_perc /home}%)
$color1${fs_bar 4 /home}$color
Dados: $alignr ${fs_used /media/dados} / ${fs_size /media/dados} ($alignr${fs_free_perc /media/dados}%)
$color1${fs_bar 4 /media/dados}$color
HD I/O $color2 ${diskiograph 19}$color
Temperature HD1 : $color2 $alignr ${hddtemp /dev/sda} $color
Temperature HD2: $color2 $alignr ${hddtemp /dev/sdb} $color

NETWORK ${hr 1}${color}

Conexão Local:
Down ${downspeed eth0} k/s ${alignr}Up ${upspeed eth0} k/s
$color2${downspeedgraph eth0 25,107 000000 93C9EB} ${alignr}${upspeedgraph eth0 25,107 000000 93C9EB}$color
Total ${totaldown eth0} ${alignr}Total ${totalup eth0}

Conexão 3g
Down ${downspeed ppp0} k/s ${alignr}Up ${upspeed ppp0} k/s
$color2${downspeedgraph ppp0 25,107 000000 93C9EB} ${alignr}${upspeedgraph ppp0 25,107 000000 93C9EB}$color
Total ${totaldown ppp0} ${alignr}Total ${totalup ppp0}

___________________________________

Agora feche o conky e abra-o novamente:
$ killall conky
$ conky

Notou alguma diferença? Sim? Esse arquivo de configuração foi apenas um exemplo, encontre mais arquivos configurados em “http://conky.sf.net/”, ou fique à vontade para configurar o seu próprio arquivo.
Uma maneira fácil para forçar o conky a recarregar o arquivo é através do comando:

$ killall  -SIGUSR1  conky
Não entrei em detalhes sobre cada configuração porque todas as opções estão disponíveis através da própria documentação do conky.
Espero que tenham gostado, e se alguém testar em um micro equipado com um “poderoso” Pentium I 100Mhz, ficarei grato em ler seu comentário! Que a força esteja com você!

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Cronograma para o lançamento do Ubuntu 10.04

* Alpha 1: 3 de Dezembro
* Alpha 2: 7 de Janeiro
* Alpha 3: 4 de Fevereiro
* Beta 1: 4 de Março
* Beta 2: 1 de Abril
* RC: 15 de Abril
* Final: 29 de Abril

Para ver o calendário completo clique aqui

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Mark Shuttleworth anuncia o Ubuntu 10.04 Lucid Lynx

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Efeitos 3D no seu Desktop (A pedidos)

Para se conseguir as firulas na sua area de trabalho vamos proceder da seguinte forma:
Vamos instalar o compiz. O Compiz é um gerenciador de efeitos 3D do ubuntu.

Assista abaixo uma demostraçao dos efeitos utilizando o Compiz.

Instalação é bem simples:
sudo apt-get install compizconfig-settings-manager

Para configurar os efeitos(efeito a gosto ^^ ):
Seus muitos diversos efeitos podem ser personalizados pelo caminho:
Sistema > Preferências > Gerenciador de configurações do CompizConfig. Simples assim. Nao tem erro.

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Koffice – 2.1 Beta

Os pacotes do KOffice 2.1 Beta 2 já estão disponíveis a partir do Kubuntu Beta Backports PPA.

Usuários da última versão de desenvolvimento, Karmic, pode instalá-lo a partir do seguinte repositório:

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-ppa/beta/ubuntu karmic main

Usuários da release 9,04 estável pode instalá-lo a partir do Backports Kubuntu PPA.

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-ppa/beta/ubuntu jaunty main

É altamente recomendável que você verifique a integridade desses pacotes, instalando o arquivo de chave GPG. Você pode fazer isso seguindo as instruções desta página.

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